Mitigate risks. Improve returns.

Workshops de Sensibilização

Workshop de Sensibilização para Alta Liderança / Gestores sobre os principais temas de Diversidade e Inclusão – D&I

  • D&I no contexto estratégico e da pauta ESG (Meio-ambiente, Responsabilidade Social e Governança). Políticas antidiscriminatórias e ações afirmativas.
  • Boas práticas para implantação de ações de D&I.
  • Sponsor(s) e Aliado(s) para as iniciativas sobre D&I no Comitê Executivo.

Workshop de Sensibilização All Staff sobre os principais temas de Diversidade e Inclusão – D&I

  • Comportamentos preconceituosos a se evitar.
  • Práticas inclusivas a se estimular.
  • Como a diversidade impacta o negócio e as carreiras.
  • Levantamento dos anseios dos colaboradores sobre o tema, assim como compromissos e iniciativas.



Palestra “Tudo o que você queria saber sobre Diversidade e tinha vergonha de perguntar…”

  • Machismo e Feminismo(s)
  • O homem branco hétero é discriminado pelas ações afirmativas?
  • “Ideologia” de Gênero, Sexo e Desejo
  • Preconceito, discriminação racial e cotas
  • Intergeracionalidade, mimimi e geração snowflake
  • Deficiências e Capacitismo
  • Liberdade de opinião, politicamente correto e discursos de ódio

Vieses Inconscientes

  • Os aspectos teóricos e práticos do tema são explorados através de metodologias de aprendizado ativo com o objetivo de identificar e combater os principais vieses inconscientes nas decisões de negócios e de pessoas.
  • Os participantes são convidados a simular uma série de decisões de negócios e de gestão de pessoas, diante do que é demonstrada a ação dos vieses nos processos decisórios.

O que é ESG?

Os critérios ambientais, sociais e de governança corporativa referem-se a três fatores que os stakeholders consideram em relação às práticas sustentáveis de uma empresa. São fatores extra-financeiros que podem influenciar e ser influenciados por atividades de negócios. Se não forem tratados de forma adequada, eles podem evoluir para riscos financeiros substanciais.

Os principais temas abordados nas análises ESG são:

E (environmental):

  •                 Gestão de recursos hídricos, resíduos sólidos
  •                 Gestão da água e dos efluentes líquidos
  •                 Escassez de água
  •                 Gestão de emissões atmosféricas
  •                 Gestão da energia
  •                 Gestão de riscos ambientais
  •                 Gestão de saúde e segurança no trabalho
  •                 Biodiversidade
  •                 Desmatamento
  •                 Bem-estar animal
  •                 Mensuração e relato das emissões lançadas na atmosfera pela atividade da empresa
  •                 Ações empreendidas para redução e/ou compensação dessas emissões
  •                 Diagnóstico, compreensão e comunicação dos riscos e vulnerabilidades da empresa frente à mudança do clima
  •                 Planejamento e práticas voltados à gestão dos riscos e à criação de resiliência.

 

S (social):

  •               As condições de trabalho
  •                 Papel das lideranças
  •                 Respeito aos direitos humanos
  •                 Valorização da diversidade e o combate à discriminação
  •                 Relações de consumo
  •                 Gestão da cadeia de valor
  •                 Investimento Social Privado
  •                 Relações éticas e as práticas de transparência e diálogo com as partes interessadas.

 

G (governança):

  •               As relações entre sócios e a atuação diligente em relação às suas controladas, coligadas e subsidiárias
  •                 A estrutura e o funcionamento do conselho de administração e seu envolvimento com as questões da sustentabilidade
  •                 O cumprimento, pelos gestores, de suas atribuições
  •                 O funcionamento adequado das instâncias de auditoria e fiscalização
  •                 Questões relacionadas a conduta e conflitos de interesses
  •                 Mecanismos anticorrupção
  •                 Para as sociedades de economia mista, a identificação de desvios de finalidade e de uma adequada atuação do Estado como controlador
  •                 Políticas e procedimentos de gestão de riscos e oportunidades
  •                 Políticas e gestão de ativos intangíveis (vários tipos de capitais)
  •                 Divulgação de informações sobre aspectos socioambientais nos relatórios externos
  •                 Quantificação e incorporação de externalidades nos processos de decisão
  •                 Geração de valor compartilhado com a sociedade
  •                 Compromisso, a estratégia e o posicionamento da empresa em relação à sustentabilidade
  •                 A incorporação dessas atitudes nos sistemas de incentivo e engaja – mento dos gestores
  •                 O relacionamento e a transparência em relação a esses compromis – sos e atitudes, bem como a seus resultados
  •                 Proteção de dados e privacidade.

 

Segundo dados do Global Sustainable Investment Alliance, hoje a indústria de investimento responsável já chega a US$ 31 trilhões no mundo, que representa 36% dos ativos financeiros totais sob gestão..

Entre 2016 e 2018, o percentual de ativos ESG no portfólio do maior fundo de pensão do mundo, o do governo do Japão, quadriplicou e representava 18% do fundo, que hoje administra US$ 1,6 trilhão. Recentemente lançou junto com o NWB Bank uma iniciativa para incentivar o mercado de green bonds, títulos de dívida emitidos para a captação de recursos para investimentos em projetos de sustentabilidade.

A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde acaba de anunciar que a instituição quer destinar recursos dos seus 2,8 trilhões de euros (R$ 16,8 trilhões) administrados para investimentos verdes. Esta foi a primeira vez que o BCE se comprometeu com a pauta. “Eu quero explorar qualquer caminho disponível para combater a mudança climática”, disse a executiva em entrevista ao jornal Financial Times.

Em agosto passado, 181 CEOs de empresas americanas, entre elas Amazon, J.P.Morgan, Apple, Pepsi e Walmart, divulgaram num manifesto indicando que a era da supremacia dos acionistas (e, na prática, do lucro acima de tudo) está chegando ao fim e deve dar lugar a um modo de se fazer negócios que valorizem consumidores, funcionários, fornecedores e as comunidades onde estão inseridas.

No Brasil não há números exatos sobre o investimento ESG e nem sobre o nível de engajamento das empresas. O que temos é um dado da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que mostra o quanto está aplicado em fundos de ações sustentáveis. Em junho deste ano esta categoria somou R$ 543,4 milhões, crescimento de 29% em relação ao mesmo mês de 2019. Mesmo assim, representa apenas 12% do patrimônio dos fundos de ações e 1% da indústria de fundos de investimentos.

“A primeira geração [de investidores] era hippie, a segunda geração era ligada em sustentabilidade e SRI (investimento socialmente responsável). A terceira geração investe baseada em valor.”

Peter Ohnemus CEO da Dacadoo

“À medida que nos aproximamos de um período de significativa realocação de capital, as empresas têm a responsabilidade – e um imperativo econômico – de fornecer aos acionistas uma imagem clara de sua preparação. E, no futuro, uma maior transparência nas questões de sustentabilidade será um componente persistentemente importante da capacidade de cada empresa de atrair capital. 

Isso ajudará os investidores a avaliar quais empresas estão atendendo às suas partes interessadas de forma eficaz, remodelando o fluxo de capital de acordo. Mas o objetivo não pode ser a transparência pela transparência. A divulgação deve ser um meio para alcançar um capitalismo mais sustentável e inclusivo. As empresas devem ser deliberadas e comprometidas em abraçar o propósito e servir a todas as partes interessadas – seus acionistas, clientes, funcionários e as comunidades” Larry Fink Chairman and Chief Executive Officer Black Rock

“No mundo, cada vez mais os investidores estão alinhados com práticas ESG e requerendo que as empresas também estejam alinhadas com práticas ESG. O Brasil, que sempre ignorou isso em larga escala e sempre achou que o debate de direitos humanos e meio ambiente fosse frescura da ideologia de esquerda, olha agora para fora e vê um tsunami gigantesco ESG. Agora, ainda que muitos por questões comerciais, os agentes do mercado financeiro entenderam que precisam se adaptar e mudar”, afirma Fabio Alperowitch, sócio da gestora Fama Investimentos, a primeira do país a adotar ESG em análise de ativos. Seu fundo de ações, que começou em junho de 1997, acumula desde então retorno de 9.322% ante 2.114% do Ibovespa.

“A questão ESG é nova para a gente, tem dois a três anos. A gente olha há 30 anos a parte de ‘G’, governança, porque sempre foi muito importante para o investidor de ações. A ‘S’, social, incorporamos mais recentemente por conta de pressões dos clientes, dos consumidores, as mudanças no perfil de profissionais de mercado e maior preocupação das comunidades com as empresas. A pandemia acelerou a necessidade de observar a ‘E’, ambiental”, explica Florian Bartunek, sócio-fundador e diretor de investimentos da gestora Constellation.

 “Não é mais aceitável que nossas empresas não nos digam onde os riscos estão” Mark Carney (Valor Economico – Finanças – 25/09/2020). 

VAMOS COMEÇAR!