O coach Edgard Pitta de Almeida defendeu sua dissertação de mestrado com o tema “Desafios e Oportunidades de Carreira na Maturidade: Um Estudo com Profissionais Brasileiros” no dia 17/09/2015, às 16:00, na PUC-SP. A Banca de Defesa foi constituída pelos Profs. Drs. Neusa Maria Bastos F. Santos (Orientadora – PUC-SP), Claude Machline (FGV-SP) e Luciano A. Prates Junqueira (PUC-SP).
As principais conclusões da pesquisa foram:

  • Apesar de reconhecidas as especificidades da carreira na idade madura, não se verificou a emergência de nenhuma teoria própria para essa faixa etária.
  • A pesquisa mostrou uma relação negativa inequívoca entre emprego e idade.
  • A ocupação atuação e nível hierárquico mostraram maior potencial preditivo para satisfação com carreira do que a variação etária.
  • Os estereótipos etários negativos crescem em proporção à idade mas nem todos os estereótipos etários são negativos.
  • Os indivíduos mais velhos relataram percentuais mais altos de discriminação etária, com um aumento importante já se verificando na faixa dos 50 a 59 anos.
  • Os achados nas seções Satisfação com Carreira e Estereótipos Etários se mostraram condizentes com muitos estudos internacionais sobre o tema (PHILLIPS e SIU, 2012; POSTHUMA et al., 2012).
  • Os profissionais apresentaram perspectivas condizentes para uma maior expectativa de vida e planos para uma vida profissional mais longa, o que condiz com a nova estrutura etária e regulamentação previdenciária do país.

Clique aqui para o texto completo da Dissertação Desafios e Oportunidades de Carreira na Maturidade: Um Estudo com Profissionais Brasileiros Edgard Almeida.
 

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RESPONSÁVEL: Edgard Pitta de Almeida, mestre em Administração pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Administração da Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP (edgard.almeida@gmail.com), sob a orientação da Profa. Dra. Neusa Maria Bastos F. Santos.
 


1 comentário

emPROendedorismo: a nova fronteira profissional - Alfa Centauri Coaching · 3 de março de 2016 às 15:55

[…] saída encontrada (ou muitas vezes forçada) é o trabalho autônomo. De fato, minha pesquisa mostrou que na faixa dos 40 anos existem três vezes mais autônomos da que faixa dos 35-39 […]

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